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Seminário discute Reforma Trabalhista e Previdenciária em Nova Fátima



No sábado, dia 18 de março, no Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Nova Fátima, foi realizada um seminário para discutir sobre a PEC 287 que trata sobre Reforma Previdenciária e Trabalhista.

O evento é uma realização do vereador Gilmario do Sindicato e o STTR de Nova Fátima (Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras).

O seminário teve como objetivo apresentar para população as consequências de caso o projeto seja aprovado pelo Congresso Nacional e sancionado pelo presidente da república.

Segundo os participantes do seminário, caso a  reforma trabalhista seja aprobada, haverá um aumento da carga horária de trabalho, que pode chegar a 12 horas por dia, sendo que os trabalhadores contarão com salários menores, além da redução de seus benefícios e estão previsto mudanças no prazo do contrato de trabalho temporário, onde hoje é de três meses e passará a ser de oito meses.

O “Seminário Nenhum Direito a Menos", contou com a presença de trabalhadores rurais, além de Elias presidente da Rede Pintadas, representantes sindicais, como o presidente do Sindicato Rural de Pintadas Orlando Gonçalves, vereadores da cidade de Gavião, Várzea da Roça, os vereadores de Nova Fátima  Joãozinho e Josenaldo que também é presidente da câmara.  E teve como palestrante o advogado Ayala Carigé, especialista em direito trabalhista e previdenciário.

Para dar início aos trabalhos do seminário o professor e cordelista Cristiano da Hora, fez a abertura com um cordel tendo como tema a reforma previdenciária e trabalhista. Em seguida foi à vez de Danilo, representando o Deputado Federal Daniel Almeida, onde falou da importância desse movimento.

Já Ayala falou sobre a reforma de uma forma mais detalhada, assim colocando os trabalhadores e trabalhadoras por dentro da proposta feita pelo presidente República Michel Temer. Ele que é especialista  na área disse que o  trabalhador vai sair perdendo com a aprovação da PEC, e ainda convidou o povo a sair para ruas, pra protestar contra a reforma.
“Qualquer movimento agora nesse momento que as coisas estão se afunilando para chegar ao período de votação são importantes, não só em Nova Fátima, mas como estar acontecendo em vários outros lugares esse tipo de mobilização. Mas é um tipo de mobilização que tem que ser contínua. Essa PEC 287 que se trata da reforma, atinge a todos os trabalhadores, seja ele um médico, um bancário à um policial, então essa é uma reforma que tem que ser discutida por todos. Se for outro dia D, outra mobilização pare, discutam, não acreditem que isso é para o bem de vocês porque não é. Essa reforma vem para praticamente acabar com à aposentadoria do brasileiro(a).” Disse Ayala Carigé.

O vereador Gilamario do Sindicato leu para os presentes a moção de repudio feita por ele e o STTR de Nova Fátima, contra a PEC 287, para ser enviada para  a Câmara dos deputados e ao senado.
  
 
“Esse seminário foi promovido por nosso mandato como vereador em parceria com o Sindicato dos Trabalhadores de Nova Fátima, onde é uma das ações de suma importância e que deve acontecer em todos os municípios. Essa reforma sem dúvida nenhuma é um grande golpe imposto através do governo federal, que é um governo ilegítimo, sendo em nome do presidente da república Michel Temer, contra o trabalhador e trabalhadora, principalmente o trabalhador rural. Uma PEC que tira todos os direitos dos trabalhadores, adquirido na constituição brasileira, desde 1988. Caso essa reforma seja aprovada, irá fazer com que aumente a desigualdade social, a pobreza e a fome em nosso país. Cabe a cada um de nós fazer as nossas mobilizações contra a essa proposta que estar sendo feita pelo Presidente. Como vereador eu tive essa iniciativa de apresentar o requerimento de uma moção de repúdio contra a PEC 287, onde eu tive apoio por unanimidade na câmara de vereadores pelos meus colegas, assim após aprovado encaminhamos ao Congresso Nacional, ainda encaminhamos copias a todos os deputados que foram votados em nosso município. E hoje iremos encaminhar mais uma moção em nome dos movimentos sóciais, que estará sendo encaminhado ao Congresso Nacional e à Assembleia Legislativa através do nosso deputado federal Daniel Almeida e o deputado estadual Bobô." Afirmou Gilmario.

Segundo Antônia Oliveira, presidenta do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Nova Fátima, ela está luta pelos direitos dos trabalhadores 

“É com muito prazer que eu estou nesse momento junto com os trabalhadoras e trabalhadores em especial o homem e a mulher do campo, para cobrar e reivindicar do nosso direito que o presidente Michel Temer quer nos tomar e mostrar que nós não estamos de acordo com essa reforma onde tira todos os nossos direitos conquistados por décadas de lutas.” Disse Antônia Oliveira, presidenta do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Nova Fátima.

Ainda na oportunidade foi discutido sobre o fechamento da comarca de Nova Fátima, Capela do Alto Alegre e Gavião, onde também foi feita uma moção de repúdio para ser enviada para o congresso.










































Fonte: HORA1 NOTÍCIAS

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