Uma criança
identificada como Lívia Sâmilly de 5 anos filha de Gildiney Santana Santos e Valdileide
Santana dos Santos os quais moram no povoado de Aroeira, município de Pé de
Serra encontra-se internada no HEC (Hospital Estadual da Criança) em Feira de
Santana a espera de uma cirurgia na coluna.
Sâmilly sofreu
perfuração no intestino e uma fratura na coluna após um acidente que envolveu
dois veículos, em dezembro de 2017 na BR-116 Norte, no bairro Novo Horizonte,
em Feira de Santana.
Veja
a matéria: Acidente envolvendo família de Pé de Serra deixa 1 morto e 6 feridos em
Feira de Santana
Inicialmente os
médicos não detectaram nenhuma fratura na menina, somente após 4 dias por
insistência da família uma médica solicitou a equipe cirúrgica do hospital para
poder avaliar a paciente, sendo assim imediatamente realizado um raio X da
barriga e em seguida uma laparotomias exploratória (uma manobra cirúrgica) descobriram
então uma perfuração no intestino, após este procedimento ocorreu uma infecção.
Depois de 5 dias do
acidente a menina foi transferida para a UTI onde gradativamente foi se
recuperando, já neste momento um neurologista do hospital já havia dado alta
referente a coluna, segundo o médico só havia uma fissura que não precisaria de
processo cirúrgico. Samilly então saiu da UTI para a enfermaria.
No dia 29 de
dezembro mais uma vez por insistência da família solicitaram uma avaliação a
coluna da menina, onde foi solicitado pelo médico uma tomografia da coluna, o
profissional então afirmou que de fato a paciente precisaria fazer cirurgia e
solicitou uma ressonância e que só realizaria em Salvador, o qual foi
agendando.
O médico
responsável solicitou ao hospital a opção de comprar os materiais para a
cirurgia, mas os dias passam e o estando de saúde da criança só piorando,
depois de muitas reclamações foi dado a família um relatório no qual foi
informando que o hospital não tinha condições de comprar os materiais colocando
então a paciente na regulação.
O pai da pequena
Samilly disse ao repórter do VR14, que segundo o hospital informou a família
que a unidade de saúde fazia a cirurgia só não que tinha condições para comprar
os materiais, mas agora os mesmos alteraram dizendo que não iria fazer o
procedimento cirúrgico pois não ser tratava de uma cirurgia padrão.
Devido a gravidade
da situação os familiares buscam encontrar uma solução para que o procedimento
seja feito o mais rápido possível, logo que se a cirurgia não for feita a
criança pode vim a ficar paraplégica.
Quem puder ajudar
de alguma forma pode entrar em contato pelo número
(75) 9 8313-1842 ou depositar
qualquer quantia na conta:
Banco do Brasil
Agencia 3375 8
Conta 16 706 1
Gildiney Santana Santo
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